domingo, 21 de maio de 2017
Contexto Histórico de Luiz Vaz de Camões!!
O renascimento é um movimento cultural que se
desenvolve na Itália desde o séc. XVI. O Renascimento é um movimento de
renovação das artes a das letras, do pensamento, das ciências e do ensino, que
originou profundas transformações sociais, políticas e econômicas nos países da
Europa.
No período
mencionado o homem valoriza não somente Deus, mas o próprio homem tomando suas
próprias decisões (antropocentrismo), começa a existir o individualismo e as
pessoas passam a viver em harmonia e equilíbrio deixando conflitos que existiam
na idade média.
As pessoas começam a buscar o prazer e o belo (Hedonismo),
ou seja, passam a aproveitar o “Carpe Diem”, já não acham que é pecado viver ou
aproveitar a vida. Inicia-se o cientificismo e racionalismo (razão) os homens
passam a ter liberdade individual para criar, protestar, analisar e fazer as
artes.
Com estas mudanças ocorreram então, o declínio da
religião católica, devido a Reforma protestante que faz com que a igreja vá a
luta e comece a vigiar as artes e poesias, a censura eclesiástica. O resultado
foi a reafirmação do poder religioso e a formação de uma atmosfera, espiritual,
política, social e intelectual agitada e pessimista, repercutindo
desfavoravelmente sobre a antiga liberdade.
Retorna a cultura clássica
(greco-romana) e a Mitologia Pagã na literatura, pintura e escultura
renascentistas. Na Literatura surgem cantigas Épicas (texto narrativo que conta
grandes feitos e Heroísmo) e Sátiras (ridicularizarão ao clero e nobreza
mostrando como realmente eram).
Tivemos grandes poetas do
renascimento como: Dante Alighieri ( A Divina Comédia), Francesco Petrarca( O
Cancioneiro), Giovanni Bocaccio (Decamerão), Nicolau Maquiavel(O Príncipe),
Thomas Morus( A utopia), William Shakespeare( Hamlet) entre todos estes um que
marca esta época e é considerado maior escritor da língua portuguesa está Luiz
Vaz de Camões com sua obra os Lusíadas.
Os Lusíadas uma grande epopeia sobre Vasco da
Gama fazendo toda a costa da África, enfrentando gigantes, monstros e deuses
mitológicos para chegar até as Índias e vence todos mostrando o homem vencendo
os Deuses (a individualidade e humanismo). Esta obra é cantada em dez partes
com muito lirismo elevando o império Português, o Sebastianismo, o retorno e
homenagem a Dom Sebastião o maior rei de todos os tempos de Portugal.
Nas artes plásticas como pintura e
esculturas a diferença das artes medievais para as do renascimento é que as
pessoas se preocupam com a luminosidade nos quadros inclusive na religiosidade
(luz e sombra) passa a se preocupar mais com a realidade além do lado
religioso, foge do lado místico da idade média e deixa de mostrar a dor e
sofrimento para passar algo tranquilo e ameno. Aparece a perspectiva que
utiliza muito a matemática e física, Da Vinci usa esta técnica em suas obras e
surge as cores fortes para dá ênfase as pinturas.
O Humanismo é o fundamento cultural do Renascimento: consiste no estudo das humanidades, das litterae humaniores, isto é, no estudo da gramática, da retórica, da poética, da história a da filosofia moral; no conhecimento e no culto dos autores gregos e latinos, cujas obras foram em muitos casos redescobertas, estudadas e editadas com rigor filológico, lidas e interpretadas de modo novo.
O Classicismo é Movimento estético que vai buscar à antiguidade greco-romana, à sua civilização e cultura, as fontes de inspiração e os seus modelos. Desponta nos meados do século XV, desabrochando em força a partir do século XVI, embora durante muitos anos coexistam a arte medieval e a arte clássica. Introduzem-se novas formas, novas espécies, novos géneros. O maravilhoso ocidental é substituído pela mitologia pagã. E porque a razão impera sobre o sentimento, porque os valores universais se sobrepõem aos individuais, o Classicismo espartilha o sentimento e a inspiração, o que leva à falta de originalidade; a realidade humana é desprezada enquanto se prepara remotamente a preocupação formal e vocabular que vai caracterizar a poética do século seguinte. Com base nos modelos clássicos greco-romanos, este movimento tem as suas normas e estas visam a harmonia, a simplicidade, o equilíbrio, a precisão, o sentido das proporções em qualquer realização artística, na literatura como na música, na pintura como na arquitetura. Refira-se, como exemplo na pintura, Leonardo da Vinci e Rafael.
Príscila Mayumi
Aula invertida sobre Camões! - Entrevista
Participantes: Príscila Mayumi - Repórter
Rodrigo Santana - Camões
Tatiane Arantes - Apresentadora
Agradecimentos: Professora Ligia Menna
Professora Luzia Castro Toledo
Professora Coordenadora Joana Ormundo
Funcionário da Unip Alan
APS-LITERATURA PORTUGUESA:POESIA
Curso- Letras 3 semestre.
quarta-feira, 17 de maio de 2017
Uma aula invertida?
Já parou para contar quantas
vezes nos distraímos durante uma aula? Já sentiu vontade de “voltar” a fala de
um professor? O que você faz quando não consegue acompanhar ou anotar o
conteúdo?
É muito comum ver
estudantes fotografando a lousa, gravando as aulas com seus celulares ou pedindo
para o professor enviar os slides por email. Tudo para registrar informações,
aprofundar os estudos em casa ou ter algo para se basear em caso de dúvidas.
Mas o que aconteceria se
o professor enviasse toda a matéria antes da aula? Você iria para escola mesmo
assim?
Um pouco de história...
Tudo começou porque os
professores Jonathan Bergman e Aaron Sams perceberam que os jovens com baixa
frequência escolar tinham dificuldade para acompanhar os colegas. Quando começaram
a gravar suas aulas e disponibilizar online, até os estudantes que não tinham
faltado usavam o conteúdo para tirar dúvidas e estudar para as provas.
Depois de um tempo, os
professores mudaram a estratégia e passaram a gravar aulas para os estudantes
assistirem em suas casas e durante o encontro presencial aproveitavam para
fazer outras atividades. Essa ideia gerou tantas experiências positivas que, em
2007, decidiram escrever um livro: Sala
De Aula Invertida - Uma Metodologia Ativa De Aprendizagem.
Para que inverter a aula?
Se toda a aula estará
disponível, para que ir até a escola ver o professor?
·
Primeiro, porque nem todo conteúdo precisa ou pode ser
invertido. Depende do professor, da matéria que ele leciona e de quais tópicos ele
pensa que funcionariam bem online. Há diferentes suportes que podem ser
sugeridos ou, melhor ainda, criados pelo professor: textos, slides, áudios, vídeos
de conteúdo, documentários, etc.
·
Apesar de pesquisas comprovarem que as pessoas não
aproveitam 100% da aula presencial, ela continua sendo importante para o
processo de aprendizagem. Com a aula invertida o estudante pode ler, ouvir ou assistir
quantas vezes quiser, pausar, voltar e revisar os conteúdos para a prova. Na
escola ele conversa sobre o que aprendeu e sobre o que não entendeu.
·
Tirar dúvidas com o acompanhamento do professor é o terceiro
e principal motivo de inverter a aula, pois é ao fazer os exercícios que o
estudante percebe o quanto assimilou da matéria.
Então eu vou aprender em casa e fazer a
tarefa na escola?
Mais ou menos isso. A
aula invertida não deve ser pensada como um substituto para o professor nem
entendida como uma ferramenta que deixará os jovens trabalharem sem orientação.
Seu principal objetivo é a mudança de hábitos.
O estudante deixa a
passividade de lado e passa a se inteirar, se preparar para a atividade em sala
que pode ou não contar como nota para a média final. É através da realização de
exercícios, seminários, trabalhos em grupo ou projetos de pesquisa que o papel
do professor deixa de ser o de ensinar como pensar e passa a ser o de ensinar
os estudantes a pensarem por si mesmos.
O importante passa a ser
analisar situações e debater temas de forma mais aprofundada. O encontro
presencial é para estudantes e professores construírem conhecimento juntos,
respeitarem suas diferenças, valorizarem as necessidades uns dos outros e
aquilo que já sabem.
Vamos começar?
Tatiana Arantes
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